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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Trabalho de guarda municipal é reconhecido como atividade especial

A desembargadora federal Lucia Ursaia, da Décima Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), reconheceu como especial o trabalho de um segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que exerceu a atividade de guarda municipal de Santo André.
Para comprovar a natureza especial das atividades, o autor apresentou Perfil Profissiográfico Previdenciário, comprovando que trabalhou como empegado público, na função de "Guarda Municipal", para a Prefeitura de Santo André/SP, cujas atividades consistiam em proteger e preservar os bens, serviços e instalações públicas, bem como defender a segurança dos munícipes, inclusive, portando arma de fogo calibre 38,4'.
A desembargadora federal Lucia Ursaia destaca que a Lei 13.022, de 8 de agosto de 2014, instituiu norma gerais para as guardas municipais, regulamentando o § 8º, do art. 144 da Constituição Federal. Essa lei diz que as guardas municipais são instituições de caráter civil, uniformizadas e armadas, e têm a função de proteção municipal preventiva.
A decisão ressalta que mesmo antes dessa lei a atividade já era considerada especial e perigosa. A Lei 7.102, de 20 de junho de 1983, entendia que o guarda municipal trabalha, de forma habitual e permanente, exposto a perigo constante na vigilância, o que é acentuado pelo fato de portar arma de fogo.
Para a magistrada, não se exige a especificação do agente insalubre ou eficácia do equipamento de proteção individual, pois para esse tipo e atividade o risco é inerente e presumido, por se tratar de uma atividade de cunho policial. É o que diz o art. 5º da Lei 13.022/2014, quando estabelece as competências das Guardas Municipais, cuja atuação complementa as das Polícias (civil, militar, federal e rodoviária).
A relatora ainda observa que na redação da nova Portaria MTE 1.885/2013 não há menção ao uso ou não de arma de fogo ou à descrição de um fator de risco específico para caracterizar ou descaracterizar a atividade como perigosa.
A desembargadora federal conclui: "todos os trabalhadores expostos a atividades e operações perigosas com risco de roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial, seja empregado por empresa privada ou da administração pública direta ou indireta (vigilante, guardas municipais ou seguranças), exercem atividade especial pela exposição a agente perigoso, inerente à profissão"
A Critica

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Polícia Militar de Diadema e Guarda Civil em Operação conjunta


O 24º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano de Diadema realizou nesta quarta-feira, 15, a Operação Força Metropolitana. A ação contou com apoio da Policia Civil, Guarda Civil Municipal (GCM), dois pelotões de ROTA (Ronda Ostensivas Tobias de Aguiar) e o efetivo do 24º BPM/M com policiais militares do Patrulhamento de Força Tática e ROCAM (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas), além de policiais militares do serviço administrativo e da Dejem (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar) vespertina.
O início das ações de combate à violência contou com as presenças do prefeito Lauro Michels, do secretário de Defesa Social, coronel Marcel Soffner e do comandante do Policiamento de Área Metropolitana 6 – CPA/M-6 (Grande ABC), coronel Marcelo Cortez Ramos de Paula. “Eu fico feliz em receber esta operação coordenada pela primeira vez em Diadema. A GCM está à disposição das forças policiais e vai continuar realizando este trabalho em conjunto no combate à criminalidade”, comentou Lauro Michels.  “O objetivo da operação conjunta é marcar a presença das forças policiais nas ruas e aumentar a percepção de segurança aos munícipes de Diadema”, afirma Soffner.
O policiamento é realizado onde as estatísticas apontam maiores incidências criminais em relação aos delitos de roubo e furto de veículos. “A Operação Força Metropolitana é uma ação coordenada da PM com apoio das demais policias. Estamos concentrando esforços em busca de melhores resultados do nosso trabalho e mais segurança para Diadema”, disse Soffner.
Na Praça da Moça aconteceu a revista da tropa que faria o patrulhamento pela cidade. Em seguida as equipes foram direcionadas para as ações de intensificação de policiamento, bloqueios, saturação (combate intensivo a criminosos), pinçamento (retirada de criminosos das ruas) e pontos de visibilidade (viaturas estacionadas nas principais vias do município e em pontos pré-determinados pelos índices de violência).
Observatório Municipal de Segurança
O Observatório Municipal de Segurança, que faz parte da Secretaria de Defesa Social de Diadema, é o responsável pelo mapeamento das ocorrências, ao coletar os Boletins de Ocorrência (B.O.s) dos quatro Distritos Policiais do município. “O Observatório atua em conjunto com os dados coletados pelas Polícias Militar e Civil, realizando um cruzamento dos tipos de crime. O levantamento permite conhecer quais bairros e/ou locais que apresentam mais casos. Os números dão precisão ao combate da criminalidade”, afirma o comandante da GCM, José Cícero de Sousa.
Boletim de Ocorrência
Outra ação importante que auxilia o trabalho de inteligência das forças de segurança é registrar o Boletim de Ocorrência para todos os tipos de crimes (furtos, roubos etc.). O registro dos crimes auxilia o trabalho da Guarda Civil Municipal (GCM), pois o Observatório de Segurança Municipal coleta os dados dos B.O.s dos quatro distritos policiais de Diadema.
Delegacia Eletrônica
Outro modo de registrar o Boletim de Ocorrência é por meio digital. A Delegacia Eletrônica de Polícia Civil do Estado de São Paulo foi criada em 04 de fevereiro de 2000 e destina-se ao registro de alguns tipos de boletins de ocorrência criminal pela internet, por meio do site da Secretaria de Segurança Pública do Governo do Estado (http://www.ssp.gov.br/nbo). 
As ocorrências que podem ser registradas pela Delegacia Eletrônica são: desaparecimento de pessoa; roubo/furto de veículo; ameaça; roubos em que não haja danos e/ou vítima de lesão corporal e morte; furto ou perda de documentos; furto ou perda de celular; furto ou perda de placa de veículo; encontro de pessoa desaparecida; injúria, calúnia ou difamação; e casos de acidente de trânsito.

Prefeito Lauro Michels (primeiro da esquerda para direita na primeira fila; secretário de Defesa Social, coronel Marcel Soffner, quarto da esquerda para direita na primeira fila)
Crédito: Thiago Benedetti

Guarda Civil: aprovados protestam em frente à Prefeitura de Aparecida

Nesta quinta-feira (16/2), aprovados no concurso público para Guarda Civil Municipal de Aparecida de Goiânia acamparam em frente à Prefeitura da cidade para reivindicar a promessa de campanha do atual prefeito Gustavo Medanha. De acordo com os manifestantes, o gestor se prometeu no ano passado contratar os 148 aprovados que já estavam realizando o curso de formação, mas apenas 60 foram chamados para tomar posse no próximo dia 23.
Os manifestantes afirmam que muitos dos aprovados deixaram seus empregos para realizar o curso de formação com a garantia de que todos seriam empossados imediatamente após o término do curso. Marlon Avelar, 32 anos, conta que o curso teve duração de 5 meses, sendo ministrado em tempo integral, o que levou muitos a deixar o emprego para se dedicarem à formação. “Durante o curso os alunos sofreram, deram duro e foram até o limite do ser humano, todos na esperança de um dia vir a posse, porém não veio”, relata.
Outra aprovada no concurso foi Gislene Costa, 34 anos, atualmente desempregada e com uma criança de um ano de cinco meses. Ela afirma que a promessa era que a posse seria imediata ao término do curso de formação. “Só ao final do curso vieram com a conversa de que só tinham 60 vagas, mas que a prefeitura iria mandar um projeto para criação de novas. Até ontem (15/2), o prefeito ficou nos enrolando dizendo que estava dependendo de um impacto financeiro”, conta.
De acordo com Gislene, em reunião com a comissão dos aprovados, o prefeito afirmou que o impacto financeiro foi negativo e que a prefeitura não tem condições de contratar. “Ele disse para todos acionarem a Justiça, pois se a Justiça obrigar, ele nos chama”, relata. Kleber Nascimento, 28 anos, também passou no concurso e fez os cinco meses do curso de formação, ele acredita que a prefeitura já tinha conhecimento da impossibilidade de contratar todos que fizeram o curso, mas que mesmo assim garantiram que todos seriam empossados.
“Eles só avisaram que não tinha vaga para todos na última semana do curso. Tinha instrutor que falava que não era pra ninguém desistir do curso e que se fosse preciso buscaria em casa, caso alguém desistisse. Eles ainda usaram o curso para fazer campanha política, nos obrigando a ir a reuniões, nas quais o atual prefeito nos prometeu apoio”, conta Kleber.
Conforme explicaram os manifestantes, o prefeito de Aparecida de Goiânia prometeu durante a campanha eleitoral que daria posse a todos que estavam fazendo o curso de formação, mas que agora só 60 foram chamados para completar o efetivo da Guarda Municipal. A legislação estabelece que o efetivo não pode exceder à 500 vagas e, para criar novas vagas, é necessária a aprovação da Câmara Municipal por meio de um projeto de lei.
Entretanto, segundo Avelar, a validade do concurso vai até 10 de dezembro de 2017 e que o prefeito afirmou em reunião que não pode contratar mais ninguém dentro desse prazo para não cair na Lei de Responsabilidade Fiscal. A assessoria da Prefeitura de Aparecida de Goiânia afirma que ainda está sendo realizado o estudo sobre o impacto orçamentário para criar as 88 vagas na Guarda Municipal.
Por meio de nota, a assessoria da Prefeitura de Aparecida de Goiânia estima que a criação dessas vagas terá impacto de R$ 4 milhões por ano na folha de pagamento do efetivo, não ferindo ainda a Lei de Responsabilidade Fiscal. Por outro lado, a assessoria afirmou também que não há previsão de prazo para elaborar o projeto de lei que crie essas novas vagas.
dm.com.br

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Suspeitos de matar guarda municipal a tiros são detidos em Natal

Quatro suspeitos foram presos na noite desta terça (14) na Zona Norte.
Guarda Municipal foi morto com pelo menos 10 tiros. 
Do G1 RN

Guarda municipal é morto a tiros na Zona Norte de Natal (Foto: Divulgação/PM)Guarda municipal é morto a tiros na Zona Norte de Natal (Foto: Divulgação/PM)












A Guarda Municipal (GM) prendeu, na noite desta terça-feira (14) quatro suspeitos de participar do atentando que resultou na morte de um guarda municipal na manhã desta terça na Zona Norte de Natal. De acordo com a GM, com os suspeitos foram apreendidas armas, roupas camufladas e um carro usado no crime.
Todos os quatro suspeitos negaram participação no crime. Um deles, de 24 anos, é motorista de Uber e disse que fez uma corrida para os suspeitos sem saber o que eles iriam fazer.
O guarda foi baleado enquanto estava de serviço em um posto da corporação no conjunto Soledade II, na Zona Norte da cidade. Abimael Freitas, de 50 anos, chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu.


Segundo a Polícia Militar, Freitas estava do lado de fora do posto quando um carro preto parou e dois homens efetuaram pelo menos 10 disparos. De acordo com o comandante da guarda municipal de Natal, Michel Dantas, o guarda estava na corporação há 25 anos.

Segundo informações, os criminosos teriam levado a arma do guarda, mas a PM não confirma que a arma foi levada. Os suspeitos foram levados para a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Guarda municipal é morto a tiros na Zona Norte de Natal (Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi)
Guarda municipal é morto a tiros na Zona Norte de Natal (Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
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Acordo pode manter Guarda Civil Municipal de Cachoeiro com armamento definitivo



Se o TAC for aceito pelo Ministério Público, a prefeitura terá tempo para fazer as adequações e manter a Guarda Municipal armada
Se o TAC for aceito pelo Ministério Público, a prefeitura terá tempo para fazer as adequações e manter a Guarda Municipal armada
Foto: ​Divulgação/Prefeitura

A prefeitura de Cachoeiro está se mobilizando para firmar, com o Ministério Público do Espírito Santo, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que possibilite prazo maior para as adequações necessárias ao armamento definitivo da Guarda Civil Municipal (GCM) e a manutenção do porte de arma dos agentes, até que o policiamento seja restabelecido no município. 
O acordo com a Promotoria de Justiça possibilitaria, além de estender prazos, estabelecer obrigações financeiras e estratégicas. “Estamos trabalhando para que esse TAC seja firmado o mais breve possível. Com isso, enquanto busca a regularização definitiva dessa questão, a Guarda Municipal continuaria armada, com o respaldo legal”, explica o secretário de Defesa Social, Ruy Guedes.
Os agentes da Guarda Civil Municipal voltaram a portar armas na última semana, depois que o juiz Robson Louzada autorizou a liberação em função da falta de policiamento no município. A corporação estava desarmada desde abril de 2016, após um pedido do Ministério Público do Espírito Santo, por causa de pendências relacionadas ao porte de armas.
Folha de Vitória

Exército e guarda municipal farão segurança do Carnaval de Vitória


Carnaval de Vitória acontece nos dias 17 e 18 de fevereiro
Carnaval de Vitória acontece nos dias 17 e 18 de fevereiro
Foto: Folha Vitória

Para garantir a folia dos moradores e turistas que pretendem curtir os desfiles das escolas de samba e amenizar os efeitos da paralisação das atividades da Polícia Militar no Estado, a segurança do carnaval de Vitória ficará por conta do Exército Brasileiro.
A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) nesta quarta-feira (15) e confirmada pelo departamento de Relações Públicas do 38º Batalhão de Infantaria do Exército em Vila Velha.
A festividade, que neste ano teve o investimento de R$ 885 mil da Prefeitura Municipal de Vitória (PMV), acontece no Sambão do Povo nos próximos dias 17 e 18 de fevereiro (sexta-feira e sábado) e também terá reforço da guarda civil municipal.
Segundo a PMV, a guarda irá trabalhar com patrulhamento em torno do Sambão, em apoio às forças de segurança do Exército.
Ônibus e táxi
Um ponto de ônibus provisório ficará no canteiro central, antes da rodoviária de Vitória, no sentido Santo Antônio - Centro, na avenida Robert Ewald, para facilitar o acesso dos foliões ao transporte público. A partir das 23 horas de sexta (17) e sábado (18), as viagens extras criadas para o Carnaval de Vitória começarão a circular, até o fim da demanda.  Segundo a PMV, além dos ônibus extras, os coletivos noturnos vão funcionar normalmente, por meio das linhas 130, 160 e 210, passando perto do Sambão.
Táxis
Dois pontos de táxis provisórios também estão previstos para atender os foliões durante o carnaval. De acordo com a PMV, um deles ficará no início da avenida Dário Lourenço de Souza, na altura do shopping da região, com 50 vagas rotativas. O outro ficará na dispersão do Sambão, próximo ao Clube de Pesca Mar e Terra. Aproximadamente 20 táxis ficarão à disposição dos usuários durante os dois dias de desfiles.
Interdição das vias
A partir desta quinta-feira (16), as ruas Engenheiro Manoel dos Passos Barros e Dom Benedito ficarão interditadas até domingo (19). Assim, os motoristas devem seguir pela avenida Santo Antônio - tanto os que que saem do bairro quanto os que vão do Centro para o Sambão do Povo. Já os motoristas que vêm pela rua Nair Azevedo Silva devem seguir em direção à Segunda Ponte.
Folha de Vitória

GCM DIADEMA, Operação Integrada






Na data de 15 de fevereiro de 2017, houve  uma MEGA OPERAÇÃO na cidade,  onde reuniram a GUARDA CIVIL MUNICIPAL,  as POLÍCIAS CIVIL E MILITAR bem como viaturas de outros batalhões, tivemos também o apoio do HELICÓPTERO ÁGUIA.
  Parabéns à todos pela DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA E UNIÃO,  

Enviado pelo nosso irmão Eliomar Valentin

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Adestramento - 02 eventos seguidos para Março 2017





Srs.(as) Interessados.
 
Inscrições abertas! O menor valor p/ inscrições é até o final deste mês (Janeiro)
 
Abaixo seguem informações para os dois eventos seguidos, agendados para o mês de Março 2017.
 
Vale lembrar que tem Desc. de 10% para quem participar dos dois.
 
Ao final do texto, seguem links também sobre cada um dos eventos, inclusive o link que leva a página com informações sobre formatos e valores.
 
Fico a disposição para qualquer dúvida posterior.
 
 
1º Evento:
 
PALESTRA SOBRE CORREÇÃO DE MAUS HÁBITOS E DESVIOS DE COMPORTAMENTO CANINO
Palestra com preciosas informações técnicas, e o método/conceito Dog Master sem a utilização de “guloseimas” ou “agressão”, para se conseguir disciplina e comodidade na convivência com cães. O evento é voltado a todos os interessados no assunto, sendo ou não profissionais do ramo.
 
Data –------------- 17/03/2017
Horário –-------- das 9:00h as 18:00h
Local –----------- www.hotelfazendationicola.com.br
Incluso –-------- café da manhã e almoço
 
2º Evento:
 
SEMINÁRIO “OLD SCHOOL” – TEMA ADESTRAMENTO DE OBEDIÊNCIA – Aulas práticas e teóricas
Com didática diferenciada, o seminário será voltado para aplicação técnica do adestramento funcional, direcionado também para o atendimento comercial. Técnicas de fácil comprensão, métodos sendo atualizados há 30 anos e “macetes” altamente funcionais, serão parte da instrução. O evento é voltado a todos os interessados no assunto, sendo ou não profissionais do ramo.
 
Data –------------- 18 e 18 de Março 2017
Horário –-------- das 9:00h as 18:00h – válido para os dois dias
Local –----------- www.hotelfazendationicola.com.br
Incluso –-------- hospedagem + café da manhã + almoço – válido para os dois dias
 
 
LINKS INFORMATIVOS:
 
Currículo do Instrutor 
 
Depoimentos
 
Alguns vídeos dos resultados
 
Imagens dos últimos eventos
 
Info. da Palestra dia 17/03
 
Info. do Seminário dos dias 18 e 19 de Março
 
Info. sobre formatos e valores


Att,

Alessandro Pelletti - Dog Master Adestramento e Cursos
Visite nosso site: www.dogmaster.com.br

Contatos: CLARO 011 - 99119-8226 (Whatsapp) / 019 - 99533-3663

Canil da GM DE JUNDIAÍ localiza dupla que roubou celular de jovem



Dois homens de Campo Limpo Paulista, foram detidos na tarde de ontem (07) pela Guarda Municipal de Jundiaí depois de roubarem um aparelho celular de uma jovem no Jardim Merci. Um deles era foragido da justiça.

Segundo a vítima que é funcionária de uma revendedora da Citroen na Av 14 de dezembro, enquanto descansava na hora do almoço na calçada em frente à loja, um deles chegou por trás e a empurrou  levando o seu celular e fugindo em seguida.

A Guarda Municipal foi acionada e através do seu Canil que realizava o patrulhamento nas proximidades da EMEB do Centro Esportivo Dal Santo, composto pelos guardas Rufino e Spinelli, com a supervisão do Inspetor Alceu Marestoni, localizaram na rua Brasil os dois suspeitos.

Dércio Luiz Pintor Pegoraro Filho de 34 anos e Thiago Vicentini de 24 anos,  todos de Campo Limpo Paulista, foram detidos e reconhecidos pela jovem. Durante a averiguação no cadastro criminal no 4º Distrito Policial, ficou constatado que Dércio Luíz era foragido da justiça com a prisão expedida pela Comarca de Santos.

Depois de serem ouvidos pelo delegado, Thiago foi preso em flagrante por roubo e recolhido até o Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista juntamente com Dércio.

Bastante nervosa, a jovem de 22 anos agradeceu imensamente aos guardas municipais.




A publicidade dos atos da administração pública é um princípio estabelecido pela constituição federal, porém, a reprodução das informações e imagem transmitidas é de inteira responsabilidade dos veículos de comunicação.








Assessoria de Imprensa - Jornalista responsável

Luciano Guerino - 9.9263-1488 (MTB 59140)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O STF e as drogas

Precisamos criar um lobby legítimo de defesa dos valores familiares e sociais

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu recentemente a legalização da maconha como forma de aliviar a crise do sistema penitenciário brasileiro. Segundo ele, a medida desmontaria o tráfico de drogas e, com isso, o número de condenados diminuiria. O ministro afirmou ainda que, se a experiência desse certo com a maconha, seria o caso de legalizar também a cocaína.
Inacreditável a superficialidade da afirmação! Legalize-se o crime e está tudo resolvido.
O ministro Barroso, infelizmente, não se dá conta do peso da toga e do alcance das suas opiniões. Transmite o descompromisso de um comentário de mesa de bar. Conseguiu a manchete. Mas em nada contribuiu para uma discussão séria e construtiva.
Os últimos 20 anos caracterizam-se por um intenso aumento do consumo de drogas no Brasil e, proporcionalmente, um declínio em várias partes do mundo. A resposta dos governos tem sido amadorística, fragmentada e absolutamente insuficiente para enfrentar todos os desafios.
O governo federal, infelizmente, tem sido tolerante com os nossos vizinhos produtores de drogas (Bolívia, Colômbia, Paraguai e Peru) e até mesmo com milícias como as Farc. Com essa atitude leniente deixamos desenvolver um grande mercado de drogas, de norte a sul, de leste a oeste, nas grandes e pequenas cidades.
Não existe região brasileira hoje que não esteja duramente marcada pela tragédia das drogas. É uma rede complexa, que envolve desde uma dona de casa, a um motorista de taxi, um usuário de drogas, resultando num mercado cada vez mais intricado, com vários tipos de trocas, e envolvendo outras atividades legais, como transporte, estocagem, aviação e até mesmo bancos.
A partir de 2006, com a Lei 11.343, nenhum usuário foi preso simplesmente pelo fato de consumir drogas. Essa mudança legal na época foi considerada boa até mesmo pelos setores da sociedade que defendem a legalização das drogas. Ela poderia ter sido um avanço se, com a despenalização do usuário, fosse acrescentado como alternativa o necessário encaminhamento para tratamento e orientação, como uma das medidas para não só ajudar o usuário, mas também enfraquecer a rede do narcotráfico. Nada disso foi feito e o que aconteceu nestes últimos dez anos foi um contínuo aumento e a diversificação do tráfico e do consumo.
Os países que conseguiram combinar uma ação legal firme com uma estrutura de tratamento efetivo poderiam ser considerados paradigmas para o Brasil. A Suécia, por exemplo, mudou sua atitude depois de reconhecer o impacto negativo das medidas mais “liberais”. Lá – onde o consumo de drogas voltou a ser ilegal após cerca de 30 anos de liberação – os dependentes surpreendidos por qualquer agente da lei, da segurança ou do serviço social devem ser encaminhados para tratamento. Esse tipo de política, que é consensual na Suécia, leva os diferentes partidos a desejarem que a próxima geração de suecos não faça uso de nenhuma droga.
Essas histórias de sucesso não são levadas em consideração pelos paladinos da legalização das drogas no Brasil. Esse lobby está com uma ação no STF que pede a descriminalização do porte de drogas. Um pedido de vista do ministro Teori Zavascki interrompeu o julgamento. Com a morte do ministro, o sucessor dele vai herdar o processo. O argumento falacioso é de que o uso de drogas é um comportamento que afeta somente o indivíduo e, portanto, seria inconstitucional uma lei cerceando esse direito.
Uma pesquisa com familiares de dependentes químicos, feita em parceria com a Federação Brasileira do Amor Exigente (entidade que organiza mais de mil grupos por todo o Brasil), mostra que o impacto está longe de ser individual. Segundo o levantamento, para cada usuário, quatro pessoas são afetadas pelo problema.
Não existe nenhuma história de sucesso de países que tenham conseguido diminuir o tráfico de drogas por flexibilizar as leis e o consumo. Na Holanda, quando foram instituídos os chamados coffee shops, locais que permitiam a venda de maconha, tanto o consumo no país quanto o tráfico local aumentaram muito.
O tráfico sempre funciona 24 horas por dia, vendendo a um preço acessível (afinal, não tem incidência de impostos em seu produto) e até para menores de idade. Mesmo no Colorado, nos Estados Unidos, que por plebiscito passou uma lei legalizando a maconha, as evidências são de que o consumo só cresceu, assim como o tráfico. Em Portugal, que também descriminalizou as drogas, fazendo o usuário enfrentar apenas um processo administrativo, as evidências científicas independentes, como do Centro Europeu de Monitoramento de Drogas, mostram que aumentou o uso, sob vários aspectos.
O STF deverá manifestar-se sobre a nossa Constituição, mas na essência deverá manifestar-se sobre os nossos valores e, especialmente, sobre o nosso futuro como nação. Não podemos deixar que minorias ativas e politicamente corretas tomem conta do nosso destino. Precisamos criar um lobby legítimo de defesa dos valores familiares e sociais. Equívocos têm consequências e apresentam uma dura fatura humana.
Registro, amigo leitor, um sugestivo texto do papa Francisco: “São tantos os ‘mercadores de morte’ que seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo custo! A chaga do tráfico de drogas, que favorece a violência e que semeia a dor e a morte, exige da sociedade um ato de coragem. Não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química. É necessário enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida”.
Fonte: Opinião - Estadão
Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S. Paulo
É jornalista. E-mail: difranco@iics.org.br

sábado, 11 de fevereiro de 2017

UM POUCO HISTÓRIA DA SEGURANÇA PÚBLICA

Antiga Guarda Civil de São Paulo

Inicio o mês de Julho com uma belíssima foto de um Guarda Civil de São Paulo dos anos 30. A Guarda Civil do Estado de São Paulo foi uma corporação uniformizada, criada para realizar o policiamento ostensivo das áreas urbanas do Estado. Foi instituída pela Lei nº 2.141, de 2 de outubro de 1926, no governo de Carlos de Campos, Governador do Estado de São Paulo de 1924 a 1927.

Os efetivos da Guarda Civil participaram ostensivamente da Revolução de 1932, e mais tarde durante a 2a Guerra Mundial formaram a primeira unidade de Polícia Militar do Exército Brasileiro, a atual Polícia do Exército. A corporação foi extinta pelo governo militar em 1970. Nessa ocasião a Guarda Civil foi incorporada a Força Pública dando origem a atual Polícia Militar. Os "Homens de Azul" são carinhosamente lembrados pela população de São Paulo da época como pessoas atenciosas e muito prestativas.

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17 comentários:

  1. João Marcos Carvalho1 de julho de 2012 22:33
    Apenas uma correção: a gloriosa Guarda Civil (estadual) de São Paulo não foi incorporada à Força Pública. Na verdade, ambas foram fundidas em 1970, dando origem a atual PM.
    É interessante lembrar que a Guarda Civil foi criada para suprir o problema do policiamento urbano da Capital e principais cidades do interior, antes exercido pela Guarda Cívica (1890-1924).
    Em Novembro de 1924, a Guarda Cívica (esta sim) foi incorporada à FP afim de reforçar o efetivo da milícia bandeirante que dava combate à 1ª Divisão Revolucionária (Coluna Prestes),tropa originária da Segunda Revolta Tenentista e que combateu, no interior do Brasil, os governos de Artur Bernardes e Washington Luiz entre 1924 e 1927.
    Com isso, a Capital e as grandes cidades do Estado à época ficaram sem o policiamento ostensivo especializado.
    Nesse vácuo, foi criada a Guarda Civil, que nos seus 44 anos de atividade prestou extraordinários serviços à população paulista, se destacando como corporação modelo para outros estados e países.
    À GC cabia o radiopatrulamento e o policiamento de estádios, teatros, cinemas, trânsito, e o a pé. Seus guardas trabalhavam também junto aos delgados de polícia, acompanhando-os à diligências e investigações, ao lado dos policiais civis.Existia, ainda, uma Divisão de Interpretes, que atuava em portos e aeroportos.
    Os guardas civis tinham careira única. Isto é, para atingir o posto máximo da corporação o guarda tinha que começar como estagiário após curso de um ano feito na Escola de Polícia (hoje Academia de Polícia Civil, na USP).
    A carreira era constituída dos seguintes postos e graduações:
    Inspetor-Chefe-Superintendente-Geral (equivalente a coronel)
    Inspetor-Chefe-Superintendente
    (tenente-coronel)
    Inspetor-Chefe de Agrupamento
    (Major)
    Inspetor-chefe de Divisão
    (capitão)
    Inspetor
    (1º tenente)
    Subinspetor
    (2º tenente)
    ...não havia graduação equivalente a subtenente
    Classe Distinta (1º Sargento)
    Classe Especial (2º Sargento)
    Primeira Classe (3º Sargento)
    Segunda Classe (Cabo)
    Terceira Classe (Soldado)
    Eis aí uma corporação que deixou saudades no coração dos paulistas.
  2. fONTE: tudoporsaopaulo1932
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